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domingo, 6 de dezembro de 2009

Acordando o Bebê Mamute (Waking the Baby Mammoth)

© National Geographic Channel
Em "Waking the Baby Mammoth" (Acordando o Bebê Mamute), que foi exibido no Brasil com o título "O Bebê Mamute", nos mostra como ocorreu uma das maiores descobertas da paleontologia moderna no campo de pesquisa de mamíferos, especificamente Mamutes.
Na Sibéria, em 2007, próximo ao banco de um rio, um pastor de Renas é chamado por habitantes de sua aldeia para ver um estranho animal encontrado nas redondezas, nas tundras congeladas. Ao chegar lá, ele percebe que é algo diferente, talvez um Mamute e a partir daí tem que tomar uma atitude a respeito. Clique para expandir a postagem e leia o resto do resumo deste documentário no National Geographic Channel e veja algumas fotos.


O pastor acredita que um animal morto como aquele só pode trazer azar, ser sinal de mau presságio e por isso faz oferendas aos espíritos para acalmá-los e não deixar que nenhum mal recaia sobre a aldeia ou seu rebanho de Renas.
Mamutes e Bois Almiscarados
© National Geographic Channel
Ele apelidou o Mamute congelado, que havia sido achado na tundra, de Lyuba, em homenagem a sua esposa, mas logo decide contar a um amigo da cidade mais próxima sobre o animal que ele encontrara. Ele embarca em um helicóptero, um dos poucos meios de transporte eficazes naquele clima extremamente frio e chega à cidade que fica perto da vila, então segue para a casa de seu amigo e lá conta tudo sobre o achado.
© National Geographic Channel

Sabendo da importância, o amigo chama a equipe de um museu para coletar o fóssil congelado que ainda está lá na tundra e assim inicia-se uma incrível pesquisa sobre aquele bebê Mamute. Por pouco um homem não vendeu o fóssil, graças à consciência do pastor de renas, que percebeu o quanto aquilo era importante para a ciência.
© National Geographic Channel

O corpo do Mamute estava extremamente bem preservado, com pele, pelos, dentes, órgãos internos e tudo mais. A tromba, apesar de deformada, estava presente, todos os membros estavam intactos e não havia sinais de apodrecimento ou ataque de carniceiros. Nas pesquisas que acompanhamos durante o documentário, vemos como os cientistas, os mais experientes em trabalhos com Mamutes e áreas relacionadas, tentam descobrir a idade exata de Lyuba e como ela morreu, isso mesmo, ela, pois os órgãos sexuais estavam tão bem preservados que permitiram aos cientistas definir que Lyuba era fêmea.
© National Geographic Channel
Mas como ela morreu? Não havia sinais de doenças ou de ataque de um predador, nenhum ferimento, como um corte ou fratura, nada que indicasse como morrera aquele pequenino Mamute. Sua idade foi estimada em 1 mês de vida, descobriu-se como se alimentava, de leite materno ainda, e que ingeria as fezes da mãe para enriquecer a flora bacteriana de seu intestino, tornando-o mais eficiente para quando estivesse comendo apenas plantas.
Aquela fêmea, morreu com apenas 114 centímetros de comprimento, 91 centímetros de altura há 40.000 anos, provavelmente afogada em um lago, enquanto tentava atravessá-lo, concluíram os cientistas.
© National Geographic Channel
Este é um documentário incrível, pois vemos simplesmente o melhor fóssil de um Mamute Lanudo encontrado até hoje! Vale a pena ver e conhecer a história de Lyuba e de seu descobridor.

Fontes

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